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Paralisia Facial

Paralisia facial central, é um sintoma ou achado caracterizado por paralisia ou paresia da metade inferior de um lado da face. Resulta normalmente de danos nos neurónios motores superiores do nervo facial.

 

O núcleo motor facial tem divisões dorsais e ventrais que contêm neurónios motores inferiores, que por sua vez alimentam os músculos da metade superior e da metade inferior da face, respetivamente. A divisão dorsal recebe inputs bilaterais do neurónio motor superior (ou seja de ambas as partes do cérebro) enquanto a divisão ventral recebe apenas inputs contralaterais (ou seja do lado oposto do cérebro).

Deste modo, lesões do trato corticobulbar entre o córtex cerebral e a ponte e o núcleo motor facial destroem ou reduzem os inputs na divisão ventral, mas os inputs ipsilaterais (ou seja, da mesma metade do cérebro) na divisão dorsal são retidos. Como resultado, a paralisia facial central é caraterizada por hemi paralisia ou hemiparesia dos músculos contralaterais da expressão facial, mas não dos músculos da testa.

 

Sinais e Sintomas:

 

Paralisia facial central é a paralisia da metade inferior de um lado da face. Esta condição é frequentemente provocada por um acidente vascular cerebral. Esta condição é frequentemente o resultado de danos nos neurónios motores superiores do nervo facial. O núcleo motor facial contém áreas ventrais e dorsais que contêm neurónios motores inferiores que por sua vez alimentam os músculos faciais superiores e inferiores. Quando a paralisia facial central ocorre, verificam-se lesões no trato corticobulbar entre o córtex cerebral. Por causa destas lesões, o núcleo motor facial irá reduzir ou destruir o input da divisão ventral. O input na região dorsal é preservado.

 

A paralisia facial central é normalmente caracterizada apor hemi paralisia ou hemiparesia dos músculos contra-laterais da expressão facial. Os músculos da testa permanecem intactos. Além disso, a maioria dos pacientes terá perdido o controlo voluntário dos músculos da face, no entanto, os músculos faciais que estão envolvidos nas expressões emocionais espontâneas, a maioria das vezes mantêm-se intactos. Paralisia facial central ocorre em pacientes que são hemiplégicos . Estes pacientes não só têm disfunções na expressão facial como também dificuldade em comunicar. Outras funções como sucção, deglutição e fala são também prejudicadas.

 

Paralisia facial central tem muitas vezes características similares com as de pacientes com acidentes vasculares cerebrais. Por causa de áreas descruzadas nas áreas ipsilateral e supranuclear, os movimentos nos olhos orbiculares frontalis e superior são muitas vezes poupados. Pode ser verificado movimento facial no lado afetado quando a pessoa expressa emoção. Os danos na via motora do sistema nervoso central a partir do córtex cerebral para os núcleos faciais são encontrados na ponte. Isto irá levar a uma fraqueza facial que irá poupar vários músculos na face dependendo do tipo de paralisia. A discrepância de fraqueza entre os músculos faciais superiores e inferiores deve-se à inervação corticonuclear bilateral dos músculos faciais superiores e inervação corticonuclear contralateral nos nervos faciais inferiores.

Artigos Científicos Publicados sobre a eficácia do Hiperboloide no tratamento da Paralisia Facial:

Revista CEFAC – Speech, Language, Hearing Sciences and Education Journal

 

2011, Jan-Fev; 13(1):159-164

ALTERAÇÕES SIALOQUÍMICAS E SIALOMÉTRICAS DE PACIENTES COM PARALISIA CEREBRAL: UMA REVISÃO DE LITERATURA

Exercícios para Paralisia Facial com Hiperboloide

EXERCÍCIO 1 : MASTIGAÇÃO

 

Executar esse exercício 3 vezes ao dia: de manhã, à tarde e à noite (total: 45 minutos diários), em intervalos regulares, preferencialmente seguindo o relógio biológico das refeições, visando à tonificação da musculatura elevadora e depressora da mandíbula.

Executar esse exercício, diariamente, é de extrema importância para que o tratamento seja um sucesso, assim o paciente deve ter consciência que ele precisa ser perseverante. 

  • 6 minutos do lado da paralisia.

  • 3 minutos do lado normal.

  • 6 minutos bilateral alternado, totalizando 15 minutos.

Figura A

EXERCÍCIO 2 : Estimulações da tonicidade do complexo orbicular dos lábios/bucinador e constritor da faringe (tríplice vedamento de Korbitz e válvulas de Fränkel):  

 

Coloca-se o Hiperbolóide funcional com fio no sulco geniano (fundo do saco), na região inferior do lábio (direito), faz-se contenção com a bochecha (orbicular do lábio) e puxa-se o fio tracionando a musculatura para cima. O movimento é repetitivo, durante 2 minutos. Repete o mesmo processo para a região do lábio superior puxando-se para baixo.

Figura B

EXERCÍCIO 3 : TONIFICAÇÃO DO BUCINADOR

 

Hiperbolóide sem fio transpassado, colocado no sulco geniano, região molar inferior, pressiona-se a bochecha com simultânea sucção, durante 2 minutos. Repete-se na região molar superior, pelo mesmo tempo.

Figura C

EXERCÍCIO 4 : ESTIMULAÇÃO DA LÍNGUA

 

Hiperbolóide com o fio transpassado nas duas extremidades, se unindo a um nó, colocar-se na região do palato duro, segura com a língua, faz pressão e vai puxando o fio, devagar, repete esse movimento por 2 minutos com finalidade de levar estímulos moniceptivos, na região da língua afetada pela paralisia.

Figura D