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DTM & ATM

A DTM pode ser caracterizada por diversos sinais e sintomas já vistos, pois inúmeros fatores podem afetar o equilíbrio dinâmico das estruturas desta articulação. 

 

Todo o sistema estomatognático e a ATM tem influencias de um amplo conjunto de fatores, por esse motivo dizemos que a DTM tem uma etiologia multifatorial.

 

Por mais que o paciente apresente sinais clínicos que indicam a DTM, ainda não são completamente confiáveis, assim é necessário avaliar o estado psicofuncional do paciente.

Geralmente essa patologia é percebida através do exame físico ou por meio de exames complementares, acometendo mais o sexo feminino e jovem-adultos. Uma vez diagnosticada, o indivíduo deve procurar um profissional qualificado para realizar um tratamento especifico, o qual, preferencialmente, não é invasivo.

Figura 1 - Fatores desencadeadores de DTM

O Hiperboloide na terapia da DTM:

 

O Hiperboloide é um instrumento auxiliar no tratamento de DTM, mostrando resultados incríveis em seus pacientes. Diversos estudos científicos comprovam sua eficiência, mostrando uma evolução após o primeiro mês de uso.

 

Seu tratamento é direcionado em realizar o reequilíbrio das estruturas que compõem a articular ATM, fortalecendo ou alongando os músculos mastigatórios, recoloca o disco articular na posição anatômica adequada, promove o relaxamento e analgesia das estruturas dolorosas.

 

As evidências sobre a eficácia no tratamento do Bruxismo e Briquismo vem sendo destacadas em vários estudos científicos publicados por diversos profissionais na área de Odontologia e Fisioterapia.

 

Alguns artigos científicos publicados em revistas especializadas podem ser baixados e consultados abaixo:

Artigos Científicos Publicados sobre a eficácia do Hiperboloide no tratamento da DTM:

JBO - Jornal Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia Facial

 

2004; 9(50) : 136-44 

Estudo Eletromiográfico da Má-oclusão Classe II, Durante Tratamento com Reabilitação Dinâmica Funcional dos Maxilares

Revista Hórus – Revista de Humanidades, Ciências Sociais Aplicadas e da Saúde. 

 

Volume 5, número 1 – Jan-Mar, 2011 - Faculdade Estácio de Sá de Ourinhos – SP

A FISIOTERAPIA NOS SINAIS E SINTOMAS DA DISFUNÇÃO DA ARTICULAÇÃO TEMPOROMANDIBULAR (ATM)

Revista Semente - CESMAC Centro Universitário

 

2011, 6(6), pp. 164-172

INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA EM INDIVÍDUOS QUE APRESENTAM SEQUELAS DE CÂNCER NA CAVIDADE ORAL ASSOCIADO A DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR 

Revista FAPES - Fundação de Apoio e Pesquisa e Estudo na Área da Saúde

 

Abril de 2012, pp. 7-9

Ortopedia Funcional dos Maxilares nos Tratamentos das Disfunções Temporomandibulares (DTMS)

Exercícios para ATM com Hiperboloide

Após o paciente ter passado por um avaliação minuciosa e seu caso ter sido discutido com uma equipe multidisciplinar, o Hiperboloide é um instrumento mastigatório ideal para auxiliar no tratamento de indivíduos com DTM.

 

Com esse estimulador mastigatório, é possível que o paciente realize exercícios promovendo o aumento da amplitude de movimento, reequilibrando as disfunções dos músculos mastigatórios, alterando o metabolismo articular e diminuindo o quadro algico.

 

Para isso, são necessários exercícios específicos para cada caso pessoal, mas no geral a atividade mastigatória com o hiperboloide deve ser feita dos dois lados (D. E.) seguindo o protocolo proposto pelo terapeuta.

EXERCÍCIOS PREMILINARES

 

Antes de iniciar os exercícios com o Hiperboloide (HB) de movimentos protusivos (mandíbula avança) e os lateroprotusivos (quando a mandíbula se desloca para o lado que vai morder ou para propiciar este, também para frente), devem ser feitos os seguintes exercícios preliminares ao tratamento:

 

A – Relaxamento introdutório, de flexão e extensão:

 

Para relaxar a musculatura extensora e flexora da cabeça instrua um movimento de flexão ao redor de 20º, retorno, lenta: relaxante, retoma a posição inicial, a seguir: uma discreta extensão, igualmente lenta: relaxante, de 3 a 6 vezes cada, até notar o relaxamento da musculatura, em particular do esternocleidomastóideo

Figura A

B – Movimento contra a resistência da musculatura inframandibular (acionando a musculatura supra e infra-hióidea): 

 

Para reposicionar o osso hioide permitindo reequilibrar a posição da cabeça em relação à coluna cervical. A mandíbula fica em posição de repouso, o dorso anterior da língua na região do palato duro na altura da papila incisiva e efetua-se o fechamento bilabial com a finalidade de reduzir a pressão interna – articular. Em seguida com a mão fechada colocada sob o mento opõe-se resistência a flexão e exercita-se uma rotação para anterior do crânio contra a resistência, por 8 segundos. A resistência é isométrica.

Figura B

C – Contra resistência da lateralidade da musculatura mandibular:

 

Esse exercício tem por objetivo a tonificação dos pterigóideos laterais, que são afetados pela incoordenação muscular decorrente do escape do disco articular, com ou sem estalidos, ruídos, devido à frouxidão de seus ligamentos.

 

Movimenta-se a mandíbula em sentido lateroprotrusivo e com o punho oferecendo resistência ao movimento. Existindo desvio da linha mediana dentaria inferior, executa-se o exercício por 12 segundos no lado oposto a tal desvio e por 6 segundos no lado do desvio. Quando não houver desvio da mediana: 8 segundos para ambos os lados. É importante que a língua esteja posicionada no palato duro com abertura de 2 cm, procurando manter a linha média e como referência pode ser usado o hiperbolóide PP e que ele não saia da linha mediana

Figura C

EXERCÍCIO 1 : LATEROPROTRUSIVOS

 

O Hiperboloide é colocado na  posição (mediana), aperta-se o Hiperboloide e no sentido lateral movimenta-se a mandíbula deslocando o Hiperboloide da mediana, vai até onde dá e pára. Retrocede a mandíbula para a mediana e solta (repetitivo). Repete-se o movimento 5 vezes, lentamente, 4 vezes ao dia, tanto do lado direito como do esquerdo. Os movimentos devem ter a duração de até três minutos. Caso o paciente tenha desvio da linha mediana, realizar o movimento para o sentido oposto.

Figura D

EXERCÍCIO 2 : PROTRUSÃO 

 

O Hiperboloide é colocado sobre a linha mediana. Quando o paciente apresenta desvio da linha mediana inferior: centre a linha média na média do desvio para partir de uma posição onde as cabeças mandibulares (côndilos) colocam-se especularmente ao plano sagital mediano, a musculatura de cada lado como imagem especular da oposta, no mesmo ângulo de partida. A seguir move, lentamente, para frente, até o limite de segurança articular (sem dor, sem esforço exagerado). Aperta o Hiperbolóide, desliza um pouco, retrocede discretamente e solta. Repete-se o movimento por 6 vezes. Os exercícios devem ser repetidos 6 vezes ao dia 

Figura E

EXERCÍCIO 3 : RETRUSÃO 

 

Volta-se à posição de partida na mediana, obedecendo-se os mesmos critérios do exercício da protrusão, aperta-se o Hiperboloide: isto aciona o reflexo miotático no Masseter disparando sua contração reflexa que tende a levar o côndilo para frente e para cima. Relaxa e recua discretamente, tendendo a levar o côndilo para RC (relação cêntrica), com o tempo isto tende a criar um reflexo condicionado, neste caso salutar.  Repete-se a mesma operação por 6 vezes, ao dia. Executados lentamente.

Figura F